
Coordenado pelo Instituto Market Analysis, o estudo mostra que gestores e consumidores brasileiros são bastante receptivos à implantação de um selo de qualidade que garanta o uso de energia solar pelas empresas. O “selo solar” comprovaria a consciência responsável da marca e, apesar dos elevados custos atuais para adaptação, as vantagens viriam da propaganda “boca a boca” e do reconhecimento a longo prazo.
A pesquisa qualitativa ouviu dois grupos de oito pessoas e revelou algumas falhas na compreensão dos brasileiros sobre energia solar: muitos creem, por exemplo, que coletores solares geram eletricidade, quando, na verdade, apenas aquecem água. Já a quantitativa ouviu 68 gestores e surpreendeu: 62% deles se dispõem a pagar mais pela energia solar do que pela matriz atual.
Entretanto, ainda há insegurança quanto à eficiência da energia fotovoltaica. Logo, um passo importante é “educar” gestores para acabar com essa desconfiança sobre a energia solar, que, atualmente, corresponde a apenas 0,0001% da geração de eletricidade no Brasil.







