
Questionadas sobre a flexibilidade de trabalho e sua relação com o cenário econômico, mais de 20% das empresas afirmaram que esse modelo colabora para a melhor adaptação dos funcionários ao crescimento acelerado dos negócios, além de contribuir para uma contratação mais abrangente de novos talentos, já que localidade e horário deixam de ser empecilhos às negociações.
As estatísticas da pesquisa ajudam a defender esse novo sistema que, por enquanto, enfrenta grandes obstáculos devido à questão da desconfiança (61% das empresas brasileiras adotam a flexibilidade somente no setor sênior). Segundo Janaína Nascimento, diretora de vendas da Regus no Brasil, esse relatório global confirma a predominância do trabalho flexível no mercado, incentiva sua propagação e comprova as vantagens que vão dos empregados ao empregador, das empresas à comunidade e ao meio ambiente como um todo.







