Bunge

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– A empresa possui produtos sustentáveis/verdes destinados ao mercado brasileiro (leia-se soluções já disponíveis no mercado ou com data de lançamento no Brasil)?
A Bunge é uma empresa de alimentos que atua de forma integrada em toda a cadeia produtiva, do campo à mesa do consumidor. Por isso, para oferecer produtos sustentáveis, acredita que são necessários o controle e a adoção de boas práticas de produção desde o início da cadeia. Uma das principais estratégias da empresa para isso consiste em assegurar a prática da agricultura sustentável, o que inclui conscientização e sensibilização dos produtores, capacitação para aumento de produtividade sem degradação do meio ambiente, reconhecimento de iniciativas bem-sucedidas e até mesmo aplicação de sanções comerciais previamente especificadas para quem descumprir a legislação. Assim, com tecnologia de ponta e com a colaboração de seus parceiros, a Bunge contribui para a disseminação de melhores métodos para produção de alimentos.
Em relação ao consumidor final, a sustentação deste posicionamento permitiu, por exemplo, que a Bunge apresentasse ao mercado este ano a primeira embalagem biodegradável, proveniente de fonte renovável para alimentos industrializados do Brasil. A iniciativa também garantiu à Bunge o status de empresa única no mundo a comercializar margarinas e similares em potes biodegradáveis.
– Quais são esses produtos sustentáveis/verdes, suas vantagens e a que públicos se destinam?
Trata-se do o creme vegetal Cyclus Nutrycell, como dito acima, com embalagem biodegradável, proveniente de fonte renovável. Fabricada com o moderno polímero PLA (sigla em inglês para poli-ácido lático), obtido a partir da fermentação do amido de milho, a nova embalagem do produto se decompõe em até 180 dias após descarte adequado, e surge como uma alternativa para a comercialização de produtos com foco nas melhores práticas de preservação ambiental, uma vez que, além de biodegradável, é proveniente de fonte renovável.
ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), CETEA (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de embalagem) do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, órgãos ligados à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, e FURB (Universidade Regional de Blumenau), são alguns dos institutos de pesquisa que realizaram testes de biodegradabilidade e atendimento às normas brasileiras e internacionais de embalagem para alimentos. Em todas as avaliações, foram confirmadas a segurança da embalagem para utilização em alimentos, não interferindo na qualidade do produto, e também a capacidade de decomposição natural do material, segundo normas nacionais e internacionais de biodegradação e compostabilidade.
– Qual o investimento destinado ao desenvolvimento desses produtos?
Foram investidos R$ 10 milhões para o desenvolvimento desta nova embalagem. Entretanto, é importante destacar também que a iniciativa envolveu mais de dois anos de dedicação das equipes de Planejamento, Pesquisa e Desenvolvimento, Industrial, Suprimentos e Marketing da Bunge, além da realização de parceria com fornecedores da resina e da embalagem, compromissados com a causa ambiental.

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