Saneamento básico

Saneamento básico

No dia 3 de outubro (primeiro sábado do mês), a América comemora o Dia Interamericano da Água. A data, criada pela Organização Panamericana de Saúde, propõe a reflexão entre os recursos hídricos e a qualidade de vida dos cidadãos. Atualmente, 1,1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à água potável e 2,6 bilhões estão sem saneamento – números que, aliás, devem dobrar até 2025, segundo a OMS, se nada for feito para mudar esse cenário.
O objetivo da mobilização é democratizar o acesso ao saneamento básico e proporcionar condições de vida digna as populações de baixa renda, principal contingente afetado por estes problemas, é uma meta que compõe a gestão de países em todo o mundo. Entre os países em desenvolvimento, o desafio de tratar estas questões básicas é ainda mais complicado. O saneamento básico compreende o tratamento a água, esgoto, recursos hídricos e de resíduos sólidos.
No Brasil, o Ministério do Meio Ambiente organiza em suas diversas portarias programas de saneamento, controle de poluição de obras, tratamento a resíduos urbanos, entre outras atividades que beneficiem populações flageladas pelas condições adversas. Entretanto, a aliança entre países desenvolvidos e em desenvolvimento pode ser a ponte para a criação de práticas inovadoras, contribuindo com o fortalecimento de boas relações entre os países.
Política de boa vizinhança
Um exemplo de interação positiva é o projeto realizado pela H2O for Life, organização não governamental norte-americana. Em seu segundo ano de atividade a instituição já doou cerca de U$ 268,00 para financiar projetos voltados ao tratamento de água, saneamento básico e higiene (WASH) em escolas de países em desenvolvimento. Só na África, a H2O for Life concedeu a quantia de U$ 10,000 pela Kind World Foundation em 2008 pelo melhoramento da qualidade e consumo de água no país.
Trabalhando com escolas norte-americanas, a organização oferece um curso de aprendizagem em que as instituições sediadas nos Estados Unidos estabelecem uma parceria com escolas de países em desenvolvimento com necessidades relacionadas à água, saneamento básico e higiene. Os estudantes norte-americanos aprendem sobre a crise global de água e aplicam seus conhecimentos na arrecadação de fundos para apoiar a implementação de projetos nesta linha em suas escolas parceiras.
O programa trabalha ainda em parceria com outras ONGs, que conferem dólar a dólar o dinheiro doado pelos estudantes norte-americanos, facilitando parceria entre 110 escolas dos Estados Unidos com 85 escolas em 14 diferentes países em desenvolvimento em todo o mundo. Além de auxiliar países em desenvolvimento na melhoria destes setores, o projeto pretende ensinar aos jovens a serem cidadãos influentes globalmente e ativistas pela mudança do planeta.

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