PRÁTICAS – Laboratório Sabin apresenta medidas de responsabilidade socioambiental

PRÁTICAS – Laboratório Sabin apresenta medidas de responsabilidade socioambiental

A corrida pelo desenvolvimento econômico, durante gerações, reforçada pelo uso desenfreado dos recursos naturais, como se estes fossem infinitos, resultou em problemas ambientais de difícil reversão. Hoje, ciente de sua responsabilidade com o planeta, o consumidor cobra das empresas medidas para aliar o desenvolvimento econômico com práticas de responsabilidade ambiental.

Com medidas simples, é possível estruturar um modelo de gestão ambiental eficiente. O Laboratório Sabin, por exemplo, que é certificado pela norma NBR ISSO 14001: 2004, integrando o grupo de empresas que têm os seus modelos de gestão e responsabilidade ambientais reconhecidos, investiu na troca das sacolas utilizadas para coletas de exame e entrega dos resultados de plástico comum para o plástico oxibiodegradável. “Não podíamos continuar usando tanto plástico agressivo ao meio ambiente. Foi aí que surgiu a ideia de trocar as sacolinhas”, ressalta o gerente de Sustentabilidade do Laboratório, Antônio Leitão.

O plástico comum leva de 200 a 400 anos para se decompor naturalmente, enquanto o oxibiodegradável permanece na natureza por tempo estimado entre 3 a 6 meses. “Com a presença da luz e de bactérias do solo, ele se desfaz rapidamente”, explica o gerente.

Além do plástico, o Sabin trocou o papel comum, utilizado em impressão, por papel reciclado. E ofereceu outra opção: a divulgação dos resultados dos exames via Internet. Com isso, houve redução de 50% no consumo de papel em impressão.

Uma das ações de maior expressão foi desenvolvida pelo Dr. Antônio Leitão. O gerente de sustentabilidade desenvolveu uma metodologia para tratar os resíduos efluentes, ou seja, o esgoto gerado pelas máquinas do laboratório, no próprio Sabin, antes de jogá-lo na rede de esgoto. “Com o processo desenvolvido dentro do Sabin, o esgoto do laboratório segue para a estação sem causar danos ambientais”, detalha o gestor.

Para adotar práticas sustentáveis, foi necessária uma mudança no comportamento de toda a equipe, além de uma adequação nos gastos da empresa. Mesmo assim, o gerente garante que deu resultado. “A gestão e o desenvolvimento sustentável devem ser vistos como investimento, não como custo”, afirma Antônio Leitão. “No final das contas, a conduta de responsabilidade ambiental trouxe e traz um resultado muito positivo”, complementa.

Para as sócias-diretoras do Laboratório Sabin, Sandra Soares Costa e Janete Vaz, estas ações ajudam a construir a imagem da empresa, que reflete no relacionamento com o público. “O cliente vê as mudanças e isso se traduz em confiabilidade e credibilidade”, afirmam.

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