
Os participantes apontaram os problemas na educação e a corrupção (com 22% das respostas cada) como os principais motivos para terem aderido ao movimento. Além disso, apareceram com destaque entre as respostas também os itens reforma política (21%), saúde (21%) e passe livre (11%).
A pesquisa revelou que 28% dos entrevistados foram efetivamente às ruas e 60% nunca haviam participado antes de um protesto. Entre os entrevistados, 37% acompanharam as manifestações pela internet e outros meios e 32% divulgaram informações em suas redes pessoais.
Segundo a coordenadora de comunicação do Social Good Brasil, Bruna Pires, as respostas comprovam o impacto da internet nos movimentos sociais contemporâneos. “O uso da tecnologia como ferramenta para a defesa de direitos e a mobilização social é uma realidade. As manifestações dos últimos meses mostraram isso mais uma vez. O importante, agora, é usarmos essa força em favor de mudanças positivas na sociedade”. A discussão do tema estará em pauta no Seminário Social Good Brasil 2013. Marcado para o dia 24 de setembro em São Paulo, o evento será transmitido ao vivo pelo site http://socialgoodbrasil.org.br/.
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