INOVAÇÃO: Companhias, estratégias e transformações

INOVAÇÃO: Companhias, estratégias e transformações

Produzido em parceria com o Boston Consulting Group e tendo suporte de analistas de negócios do SAS, o MIT Sloan Management Review (publicação do Massachusetts Institute of Technology que ganhou versão eletrônica em 2008) lançou o relatório The Business of Sustainability.
O documento traz descobertas e insights da primeira pesquisa anual Business of Sustainability, com mais de 50 entrevistas em profundidade com um grupo de líderes globais, e do projeto de pesquisa Global Thought Leaders, que contou com a participação de 1,500 executivos de corporações e gestores de negócios.
Alguns cases de sucesso ganharam destaque no estudo por seu pioneirismo e inovação. Confira um resumo das ações dessas empresas:
Mini-Cases: 5 companhias, 5 estratégias, 5 transformações
A BETTER PLACE:
Avançando em climas regulatórios favoráveis
Histórico: Better Place viu o futuro em carros elétricos e a demanda para alternativas de recarga. Mas quando as estações recarga elétrica terão sentido?
Desafios: Qual é a forma mais rápida de trazer essas estações de recarga elétrica – uma tecnologia do futuro — para o mercado?
Principais movimentos: Havia um grande gap entre o conhecimento e o tipo de política necessária para criar uma boa quantidade de carros elétricos, ao menos na maioria dos mercados. Então a Better Place decidiu analisar quais locais já haviam feito progressos culturais e políticos no sentido de favorecer veículos elétricos— essencialmente, ampliando o trabalho em política de mudanças climáticas para comunidades que já estavam nesse caminho.
NIKE:
De prática de trabalho conformista para o design ofensivo
Histórico: Atingida por uma campanha contra suas práticas de trabalho na década de 90, a Nike embarcou em um longo processo para reinventar suas operações e atingir metas significativas de sustentabilidade em 2020.
Desafio: É possível sair da “conformidade” e capitalizar a sustentabilidade por meio da integração do conceito dentro de uma fábrica ou companhia — do design à manufatura na cadeia de suprimentos?

Principais movimentos:
A Nike começou a olhar profundamente suas operações no início dos anos 90, após encarar críticas sobre as práticas de trabalho em seus fornecedores asiáticos. Os primeiros esforços foram feitos dentro de um time focado em responsabilidade social.
RIO TINTO:
Aprofundando as dimensões sociais de suas vastas operações
Histórico: Dado o seu negócios de mineração de mais de 5 milhões de toneladas de pedras por dia, Rio Tinto tem uma grande pegada de carbono. As minas são caras, levam décadas para serem desenvolvidas completamente, e não são transportáveis se algo sai errado.  Para reduzir os riscos econômicos e politicos e desse modo assegurar retornos estáveis, a Rio Tinto buscou ganhar o suporte de comunidades locais, governos e sociedades nas quais opera.
Desafios: Como a companhia pode obter uma “licença social” para operar e nutrir a força de trabalho local necessária?
Principais movimentos: Cerca de uma década atrás, a Rio Tinto veio com o conceito de trabalhar dentro das comunidades e desenvolver o âmbito social e econômico. À época, a empresa estava desenvolvendo uma mina em Madagascar que era fonte de conflito com ONGs preocupadas com ameaças à biodiversidade e à comunidade local. 90% da ilha já foi limpa por meio de atividades de agricultura, pastoreio e produção de carvão vegetal.

GENERAL ELECTRIC:

Um estímulo oportuno dentro dos Negócios Sustentáveis
Histórico: General Electric Co. decidiu que a sustentabilidade era uma oportunidade de negócios mais do que um custo e criou, em 2005, sua iniciativa Ecomagination. Mas os produtos e serviços não foram apenas para seus clientes— a empresa transformou primeiramente a própria  GE.

Desafios:
Como criar um novo negócio em sustentabilidade e amplia-lo?
Principais movimentos: General Electric começou a olhar para sustentabilidade como parte de uma tendência demográfica, percebendo que a escassez poderia aumentar com o crescimento da população e viu uma oportunidade rentável de negócios ajudando empresas ao longo desse caminho sustentável. Então utilizou sua linha ecomagination para oferecer soluções ambientais.
WAL-MART:
Reposicionando a cadeia de suprimentos
Histórico: Wal-Mart, o maior varejista do mundo com mais de 7,800 lojas, tem trabalhado de maneira estável a sustentabilidade. Desde a instalação de telhados verdes até a utilização uma frota de caminhões mais eficientes, a companhia se moveu internamente nesse sentido, e agora tem trazido também seus fornecedores nesse esforço.
Desafio: Como levar a sustentabilidade à cadeia de suprimentos?
Principais movimentos: O Wal-Mart tem desenvolvido o conceito de sustentabilidade desde que adotou uma estratégia, em 2005, estabelecendo metas para ser 100% abastecido por energia renovável, gerando desperdício zero, e vendendo produtos que não agridam o meio ambiente.

-Confira as principais conclusões do estudo “Business of Sustainability”

-Confira mais projetos e iniciativas de empresas na área de sustentabilidade na seção Banco de Práticas

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