ENERGIA – Removendo barreiras para inovação em energia solar

ENERGIA – Removendo barreiras para inovação em energia solar

Em setembro de 2004, a Xanterra, maior parque concessionário dos Estados Unidos, se tornou a primeira empresa do ramo a se juntar ao programa WWF.
A companhia se comprometeu a reduzir suas emissões de CO2 em 10% na comparação 2000-2015. Para alcançar essa meta, decidiu adotar uma estratégia de redução de emissões baseada no estabelecimento de sistemas de geração de energia renovável, principalmente solar, em propriedades operadas pela companhia.
Com receio de que atingir suas metas de Visão Ambiental para o ano de 2015 exigiria “passos gigantes”, a empresa começou a buscar oportunidades para redução em grande escala nas emissões de CO2 e dependência de combustíveis fósseis.
Um de seus maiores desafios foi instalar um sistema de energia de 220 kW no local mais ensolarado dos EUA: o Death Valley. No lado técnico, precisava-se de soluções para reduzir a vulnerabilidade do sistema a tempestades de vento. O Death Valley é frequentemente atingido por fortes tempestades desse tipo (que às vezes atingem mais de 100 milhas por hora) e o perigo de danos potenciais para os painéis solares tinha que ser eliminado. Para mitigar o risco, a Xanterra deveria instalar um sistema para monitorar a velocidade do vento e automaticamente fechar os painéis uma vez que certa velocidade fosse excedida.
No lado operacional, o projeto também enfrentou desafios como o desenvolvimento de um sistema de limpeza de painéis eficiente– para evitar custos elevados de manutenção que poderiam comprometer a viabilidade financeira do projeto. Além disso, palmeiras nativas cobriam o local onde o sistema seria instalado. Ao invés de cortá-las, a empresa replantou 144 árvores.
Em julho de 2008, a Xanterra conseguiu elevar o seu portifolio de energia renovável a um novo nível com sistema de energia solar do Death Valley, que se tornou completamente operacional. O sistema possui o tamanho de cinco campos de futebol e gera mais de 2.2 milhões de kWh por ano, além de economizar 832 toneladas de CO2 – mais de 4% da redução total da companhia em qualquer outro ano. O projeto também é o primeiro do tipo no setor de negócios.
Confira mais sobre a parceria da Xanterra com o programa Climate Savers

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