EMISSÕES – Fundo de assistência para redução de CO2

EMISSÕES – Fundo de assistência para redução de CO2

O fundo de capital de assistência da Johnson & Johnson para projetos de redução de CO2 atraíram o interesse de gestores de muitas companhias dentro de diferentes indústrias. Eles desejam aprender como a corporação eliminou barreiras e deu vida a 80 projetos de energia ambientalmente amigável em menos de 5 anos. A corporação global tem trabalhado com a WWF desde 1999 e foi uma das companhias que inauguraram o programa WWF Climate Savers no mesmo ano.
O comprometimento público da Johnson & Johnson com o Climate Savers, feito em 2000, traçou um caminho para a corporação de redução absoluta de CO2 em todas suas fábricas mundo afora – 7% abaixo dos níveis de 1990 em 2010. Foi uma meta significativa, considerando o desafio paralelo da empresa de atingir a meta primária da corporação de crescimento econômico continuo para ao período.
Cada unidade de negócios do grupo deveria atingir as metas de redução. Para tanto, um estratégia foi desenvolvida e consistia em: melhorias em eficiência energética, co-geração, produção de energia renovável dentro das propriedades da empresa; compra de energia renovável e comércio/sequestro de carbono.
Entretanto, um relatório de 2004 mostrou que o progresso não era tão rápido quanto o esperado. As empresas da Johnson & Johnson operam quase de forma autonoma quando se trata de investimentos de capital e possuem suas próprias receitas. Por causa das limitações dessas receitas, as companhias tinham que priorizar projetos que estavam implementando, portanto, a competição interna por fundos para projetos de energia gerou dificuldades.
Um sistema coordenado ligando finanças, engenharia, e operações foi desenvolvido para permitir às unidades de negócios gastar um total de $40 bilhões por ano com projetos de redução de CO2. A corporação usa o termo “capital relief” para descrever os fundos que foram disponibilizados por meio desse processo.
Em dezembro de 2007, o fundo havia gerado $86 milhões de capital para 49 projetos com uma média de retorno de 16.3% e reduções de 88,500 toneladas de emissões de CO2. Em 2008, entretanto, o programa perdeu sua força devido ao fato de que os projetos mais acessíveis já tinham sido implementados e identificar novos projetos se tornara mais difícil. Além disso, o estado da economia afetava diretamente o progresso.
No início de 2009, o comprometimento no longo prazo com o programa foi reafirmado pelo escritório de finanças global da Johnson & Johnson, que encorajou os gestores de finanças locais a continuarem usando o esquema de capital para dar suporte a projetos de energia com critérios definidos. Como resultado, o nível das aplicações foi restabelecido e novos projetos foram aprovados para o fundo no primeiro trimestre de 2009.
Confira mais sobre a parceria da Johnson & Johnson’s com o programa Climate Savers

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