Banco real promove videochat sobre consumo consciente

Banco real promove videochat sobre consumo consciente

Em tempos de crise e diante da proximidade das compras de natal, o Banco Real sugere uma reflexão sobre o papel do consumidor na adoção e consolidação de padrões socioambientalmente responsáveis no mercado. Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu é o convidado do videochat que debaterá o assunto no dia 9 de dezembro, das 12h30 às 13h30.
Os interessados podem encaminhar suas perguntas pelo site do Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade.
O consumo consciente é um dos elementos-chave para construção de uma economia e sociedade sustentáveis. Na Inglaterra, uma pesquisa encomendada pela Confederação das Indústrias Britânicas (CBI, sigla em inglês) à empresa de consultoria McKinsey, revelou que 60% das emissões são controladas ou influenciadas pelos consumidores.
No Brasil, é crescente a percepção dos consumidores em relação a seu poder influência sobre as empresas. A pesquisa “Como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente?”, divulgada pelo Akatu em março de 2007, revela que um em cada três brasileiros percebe os impactos coletivos ou de longo prazo nas decisões de consumo. Segundo o estudo, cresceu em 7 pontos percentuais – de 36% em 2005 para 43% em 2006 – a proporção de consumidores que usam seu poder de compra e de comunicação para premiar empresas que tenham práticas adequadas de responsabilidade social e ambiental.
Apesar da tomada de consciência entre os consumidores, comparados aos demais, os brasileiros são os menos ativos. De acordo com a pesquisa “Novo consumo pela sustentabilidade: os brasileiros diante das mudanças climáticas”, realizada pela Market Analysis, três em cada quatro consumidores no Brasil atribuem alta relevância à questão ambiental, incluindo o tema entre as suas três principais preocupações. Em contrapartida, os brasileiros estão entre os mais inertes. A média mundial de inação é de 35%. No Brasil, chega a 69%.
Ainda segundo o documento, metade da população brasileira não se mostra disposta a abrir mão das benesses econômicas em nome de um modelo de desenvolvimento mais respeitoso ao meio ambiente. Apenas um em cada seis pode ser classificado como consciente e efetivamente mobilizado. Os que tomam atitudes concretas limitam-se a pequenas ações como reciclagem, redução de consumo e descarte adequado de lixo, deixando de lado, ações engajadas como, por exemplo, fazer compras de baixo consumo de energia ou mobilizar outras pessoas.
Clique aqui para ler mais sobre consumo consciente.

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