7º Congresso GIFE divulga detalhes da programação

7º Congresso GIFE divulga detalhes da programação

7º CONGRESSO GIFE – PROGRAMAÇÃO OFICIAL

QUARTA-FEIRA, 28/3

14h – 19h | ABERTURA: O estado do investimento social

A sessão de abertura do congresso em 2012 tem como objetivo realizar uma reflexão sobre o estado atual do investimento social no Brasil. Para isso, propõe uma discussão que parte das perspectivas da filantropia global e convida os associados GIFE para participarem de um debate sobre os temas centrais do investimento social contemporâneo. A metodologia proposta será inovadora. Todos os associados poderão, ao longo da sessão, juntar-se aos debatedores e contribuir com a discussão. O congresso apresentará ao público perspectivas sobre o investimento social pelos próprios investidores, associados ao GIFE. A conferência de abertura, que será realizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, será integrada a essa reflexão, buscando discutir o papel da sociedade civil no desenvolvimento do Brasil.

Palestrantes:
Paula Johnson – The Philanthropic Initiative
Christopher Pinney – The Aspen Institute
Fernando Rossetti – GIFE
Arena:
Associados GIFE
Conferência de Abertura:
Fernando Henrique Cardoso
19h | COQUETEL DE ABERTURA
QUINTA-FEIRA, 29/3

9h – 18h30 | OPEN SPACE

Durante todo o dia, ocorrerá o Open Space. Trata-se de um “espaço aberto” onde os participantes são convidados a gerar a agenda do encontro liderando pequenos grupos de discussão. Haverá facilitadores durante todo o dia auxiliando as pessoas que buscam ser os anfitriões ou participantes das conversas.

9h – 13h | O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis

Discutir a importância das cidades como o espaço responsável por prover qualidade de vida ao cidadão e a sustentabilidade do planeta. Conhecer e reconhecer novas e tradicionais formas de exercer a cidadania a partir da incidência e do controle das políticas públicas e identificar oportunidades para o investimento social maximizar seus resultados quando orientado para as questões sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais no âmbito das cidades. A sessão será organizada em dois momentos: (1) situar o debate a partir de experiências práticas, apresentando reflexões conceituais acerca do tema; e (2) promover o engajamento político da sociedade civil e do setor empresarial em movimentos por cidades sustentáveis.

Palestrantes:
Ignacy Sachs – École des hautes études en sciences sociales
Oded Grajew – Nossa São Paulo
Ana Mercedes Botero – Fundação Corona Colômbia y Bogotá Cómo Vamos
Marcus Fuchs – Avina
Eduardo “Ted” Lago – Nossa São Luiz

9h – 11h | O investimento social na construção da reputação das empresas

O que leva uma empresa a investir na área social? Como justificar, a partir da lógica empresarial, a alocação de recursos em ações sociais? A reputação é frequentemente indicada como elemento central na decisão de uma empresa em se engajar em ações sociais ou pela sustentabilidade. Mas, afinal, qual é o papel do investimento social na construção da reputação? Quais os fatores determinantes e os riscos inerentes a essa atuação? Qual o peso do investimento social na percepção dos stakeholders e da sociedade em geral sobre a imagem que se tem de uma empresa?

Palestrantes:
Reputation Institute
Christopher Pinney – The Aspen Institute

9h – 11h | Nova arquitetura de financiamento da sociedade civil

Em breve detalhamento da sessão.
Palestrantes:
Em breve.

9h – 11h | O perfil do profissional do investimento social

O campo do investimento social situa-se na confluência de um conjunto de áreas de conhecimento, com profissionais de formação diversa. Questões como a formação, habilidades, competências e identidade desses profissionais são fundamentais para compreendermos o investimento social e para as perspectivas de sua qualificação. Para subsidiar esse debate, será realizada uma pesquisa com os associados GIFE para de mapear o perfil desses profissionais. O resultado será discutido nessa sessão, contribuindo para a construção do perfil do profissional que atua nessa área.

Palestrantes:
Fernando Nogueira – FGV
Marcia Pregnolatto – Avina
Paula Schommer – UDESC
9h – 11h | O investimento social familiar
Em breve detalhamento da sessão.
Palestrantes:
Em breve.

9h – 11h | Estratégias avaliativas: distinções, variações e contradições

A avaliação é um dos campos mais discutidos e sobre o qual existe menos consenso entre os profissionais que trabalham na área social. Há, ao mesmo tempo, a percepção de que temos ainda um longo caminho a percorrer na qualificação das avaliações e do aperfeiçoamento de seu uso no fortalecimento dos projetos. A diversidade de abordagens e metodologias utilizadas ilustra a complexidade desse campo e apontam para a necessidade de um melhor entendimento sobre as opções metodológicas alinhadas aos objetivos que se pretendem alcançar. Essa sessão, portanto, tem como objetivo apresentar e discutir esse contexto, explorando as suas distinções, variações e contradições.

Palestrantes:
Barry Knight – CENTRIS

9h – 11h | O papel dos investidores sociais no fomento aos negócios sociais

Os negócios sociais contam frequentemente com doações de investidores sociais em sua fase inicial, até que tenham condições de gerar receita própria ou acessar investidores no mercado para sua ampliação de escala. Apesar disso, a atuação dos investidores sociais é vista como dissociada de iniciativas que tenham uma perspectiva de geração de impacto social por meio de negócios. No entanto, há um amplo potencial para o fomento de negócios sociais por parte de investidores que operaram seus projetos ou financiam outras organizações que atuam no campo social. O investimento na forma de empréstimo ou equity não poderia ser entendido como uma maneira de empresas e fundações realizarem parte de seu investimento social?

Palestrantes:

Vivianne Naigeborin – Potencia Ventures
Daniel Izzo – Vox Capital
Alessandra França – Banco Pérola
11h – 11h30 | INTERVALO
11h30 – 13h | CONTINUAÇÃO DA MESA: O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis (descrição e palestrantes acima)
11h30 – 13h | CONTINUAÇÃO DA MESA: O investimento social na construção da reputação das empresas (Descrição e palestrantes acima)

11h30 – 13h | Crowdfunding e doações individuais

Em um contexto de restrição dos recursos disponíveis para organizações da sociedade civil e iniciativas nos campos social, cultural e ambiental, a contribuição de doadores individuais ganha espaço como alternativa possível de financiamento. Os mecanismos de crowdfunding emergem como iniciativas que, além de viabilizarem financeiramente, fortalecem a legitimidade de projetos sociais a partir do engajamento direto de indivíduos. Essas ações, no entanto, enfrentam desafios em relação à construção de uma cultura de doação, obstáculos no campo regulatório ou mesmo de fortalecimento da accountability dos projetos financiados. Quais estratégias podem ser utilizadas para construção de bases mais sólidas para o fomento às doações individuais?

Palestrantes:
Daniel Weinmann – Engage/Catarse
Gustavo Pimentel – Dinamus Inteligência em Negócios
Nina Valentini – Arredondar
Marcelo Estraviz – ABCR

11h30 – 13h | Desenvolvimento de conselhos: a governança no fortalecimento das organizações sem fins lucrativos

A governança situa-se no cerne da busca por maior legitimidade e relevância na atuação das organizações sem fins lucrativos. Na medida em que essas organizações se desenvolvem e ampliam a sua atuação, é natural que as preocupações voltem-se para as relações de poder que se estabelecem no interior das instituições. Os conselhos ocupam lugar central na estrutura de governança das organizações e a sua qualificação e fortalecimento são elementos fundamentais para assegurar sua efetividade. Como construir e desenvolver um conselho adequado às demandas da sua organização? Quais aspectos devem ser observados? Como equilibrar interesses públicos e privados? Como incorporar a voz dos públicos beneficiários ou stakeholders na estrutura de governança? Quais as melhores práticas no desenvolvimento de conselhos? Essas e outras questões serão objeto de debate neste painel.

Palestrantes:
Em breve.
11h30 – 13h | Cultura
Em breve detalhamento da sessão.
Palestrantes:
Em breve.

11h30 – 13h | Velhas e novas fronteiras no investimento social na Amazônia

A Amazônia transformou-se nos últimos anos em um dos maiores focos de investimentos no Brasil. Esses investimentos trazem um conjunto de impactos para a região e também abrem a possibilidade de se estruturar planos de investimento social consistentes e capazes de promover o desenvolvimento social da região. Quais os desafios centrais do investimento social privado na Amazônia? Como aplicá-los de forma a gerar o maior benefício possível às populações locais? Como equilibrar as necessidades de preservação ambiental com as demandas de desenvolvimento? Como integrar esses investimentos às políticas públicas na região?

Palestrantes:
Adriana Ramos – Instituto Socioambiental
13h – 15h | ALMOÇO
(Oferecido a todos os Congressistas e Palestrantes)

15h – 18h30 | Outras fronteiras do investimento social em educação

Educação é a principal área de investimento social no Brasil, na qual atuam 82% dos associados do GIFE. Este painel pretende apresentar uma reflexão sobre o investimento social em educação, a partir da perspectiva de alguns dos principais investidores da área. Quais os principais avanços alcançados? Onde o investimento social não conseguiu obter os resultados almejados? Quais as fronteiras para o investimento em educação? Alguns debatedores serão convidados a discutir essas questões com investidores buscando ampliar o olhar sobre a educação e a sua contribuição para a sociedade brasileira.

Palestrantes:
Em breve

15h -16h30 | Os endowments na estratégia de sustentabilidade financeira das organizações da sociedade civil

A construção de endowments para organizações sem fins lucrativos pode ser uma estratégia relevante para sua sustentabilidade financeira e, principalmente, como mecanismo de financiamento de organizações da sociedade civil. Fundos patrimoniais independentes podem contribuir de maneira significativa no avanço de agendas sociais no Brasil, fortalecendo a sua infraestrutura de financiamento. No entanto, há uma lacuna na regulamentação de fundos patrimoniais e uma ausência de incentivos específicos que possam fomentar a sua constituição. Esse painel discutirá os principais entraves para o fortalecimento de endowments no Brasil e quais os melhores caminhos para sua regulamentação. Nessa ocasião, será lançado o Código de Conduta para Gestão de Investimento de Fundos Patrimoniais e Organizações Sem Fins Lucrativos, publicado pelo CFA (EUA) e traduzido pelo GIFE.

Palestrantes:
Felipe Sotto-Maior – Endowments do Brasil
José Eduardo Sabo Paes – Ministério Público DF
15h – 16h30 | Desenvolvimento sustentável e a Rio+20
Em breve detalhamento da sessão.
Palestrantes:
Em breve.
16h30 – 17h | INTERVALO

17h – 18h30 | Comunicação e mídias sociais

A expansão das chamadas mídias sociais alteraram a maneira pela qual se dissemina informação no mundo. Não há mais um lugar fixo para a produção da informação, mas esta circula de forma descentralizada e todos são convocados a participar, editar, reproduzir e emitir enunciados sobre as questões que lhe concernem. Um contexto de maior exposição e transparência exige também uma mudança de comportamento e uma nova maneira de se relacionar com os diversos públicos de interesse. Quais os desafios que esse cenário impõe aos investidores sociais? O que muda na sua maneira de comunicar? Como construir um outro padrão de relacionamento com a sociedade? Quais os riscos inerentes ao uso das mídias sociais?

Palestrantes:
Rodrigo Bandeira – Cidade Democrática

17h – 18h30 | Fundos independentes e Direitos humanos

As organizações de direitos humanos no Brasil foram historicamente financiadas pela cooperação internacional, que partia dos países desenvolvidos e era direcionada aos países em desenvolvimento. O contexto internacional é outro e a inserção internacional do Brasil também tem se transformado de maneira fundamental nos últimos anos. Uma das consequências desse processo é a redução dos recursos externos para organizações que atuam com defesa de direitos e uma demanda crescente por fontes domésticas de financiamento. Desta forma, os fundos independentes apresentam-se como estratégia relevante para o fortalecimento e autonomia de organizações que atuam pela promoção e proteção dos direitos humanos. Como situam-se os fundos na estratégia de investidores sociais no Brasil? Como o investimento de fundações e empresas pode contribuir para elevar o seu impacto e capacidade de ação? Como articulá-los à estratégia de proteção dos direitos humanos do governo?

Palestrantes:
Sérgio Haddad – Fundo Brasil de Direitos Humanos

17h – 18h30 | Controle social e o legado dos grandes eventos esportivos

Grandes eventos esportivos, como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, que acontecem no Brasil em 2014 e 2016, trazem consigo uma enorme mobilização de recursos públicos e privados. Essa movimentação abre também um debate nacional e internacional sobre os impactos gerados pelas obras de infraestrutura na macro e na microeconomia, além de alertar sobre suas consequências para melhorar as condições de vida da população brasileira. Se, de um lado, os investimentos em infraestrutura urbana, turismo, mídia, segurança, rodovias, aeroportos, estádios (arenas), etc. geram empregos e melhorias nas cidades sede, de outro lado, não garantem um impacto direto e positivo sobre a sociedade em geral, e em particular, nas classes com menor renda. A questão do “legado social”, portanto, não será uma consequência natural dos megaeventos. Da mesma maneira que podem gerar melhorias, podem também causar ações negativas. O legado social tem que ser construído, trabalhado, pensado e executado para que realmente aconteça. As experiências internacionais mostram que é possível, mas a discussão ainda está em aberto no Brasil. E, nesse contexto, os investidores sociais podem ter um papel fundamental.

Palestrantes:
Andrés Thompson – Streetfootballworld
Beatriz Azeredo – TV Globo
SEXTA-FEIRA, 30/3

9h – 11h | Relação sociedade civil e governo

O padrão de relacionamento entre o governo e as organizações da sociedade civil (OSCs) é uma questão fundamental para o aperfeiçoamento da democracia no Brasil. Organizações fortes, autônomas e capazes de dar vazão aos interesses e demandas da sociedade são pilares do desenvolvimento social do país. Nas últimas décadas, diversas concepções sobre essa relação orientaram a atuação do governo. Qual deve ser o seu papel no financiamento das OSCs? Quais princípios devem balizar essa relação? Quais são as medidas necessárias nesse sentido? Em um contexto de descrédito e crescente criminalização das OSCs, mostra-se urgente abordar essas questões.

Palestrantes:
Vera Masagão – ABONG
Secretaria-Geral da Presidência da República
(representação a definir)

9h – 11h | Parcerias empresa-governo no investimento social

O investimento social que pretende provocar impacto e alcançar escala dificilmente pode ser concebido de maneira dissociada dos programas governamentais ou das políticas públicas de forma mais geral. É crescente o número de investidores que se veem como articuladores de diversos atores dedicados a lidar com uma determinada questão social. Qual o potencial dos investidores nesses arranjos? Quais as suas contribuições, mesmo considerando a diferença de escala entre governos e organizações privadas? Quais os desafios e entraves dessas parcerias?

Palestrantes:
Ricardo Piquet – Fundação Vale
Angelo Fuchs – BNDES
9h – 11h | O papel dos conselhos no desenvolvimento comunitário
Em breve detalhamento da sessão.
Palestrantes:
Em breve.

9h – 11h | As novas fronteiras do investimento social na formação de jovens

A formação de jovens, tanto para o mercado de trabalho como “para vida” ou “para cidadania”, tem sido uma das principais áreas de atuação dos investidores sociais no Brasil. A forte presença de investidores empresariais reforça o interesse e preocupação com o projeto profissional e de vida dos jovens brasileiros. No entanto, as novas gerações de jovens apresentam sempre novos desafios com relação à formação que desejam e necessitam. O que mudou nesse contexto? Que tipo de formação adequa-se às demandas das novas gerações? Quais os desafios atuais dessa formação? De que maneira estão articuladas ao ensino formal? Profissionais e especialistas com perspectivas diversas se juntarão a um grupo de jovens para refletir sobre essas questões.

Palestrantes:
Maria Virgínia de Freitas (Magi) – Ação Educativa
Gabriel Medina – CONJUVE
Simone André – Instituto Ayrton Senna
11h – 11h30 | INTERVALO

11h30 – 13h30 | Plenária de Encerramento Convergências: diálogo GIFE, Ethos, CEBDS e Pacto Global

Na plenária de encerramento, o GIFE convida o Instituto Ethos, o CEBDS e o Pacto Global para uma reflexão sobre as principais tendências e desafios na atuação de organizações privadas no desenvolvimento social, econômico e ambiental do país. Como se articulam hoje as agendas de investimento social, responsabilidade social e sustentabilidade? O que está mudando nesses conceitos e práticas? O que ainda faz sentido e o que já não encontra correspondência na realidade das empresas e organizações que atuam no campo social? A partir das perspectivas e que atuam, qual a visão de longo prazo dessas organizações sobre o desenvolvimento do Brasil?

Palestrantes:
Fernando Rossetti – GIFE
Paulo Itacarambi – Ethos
Marina Grossi – CEBDS
Ana Toni – Greenpeace Internacional e Fundação Carlos Chagas

13h30 | ALMOÇO – brunch

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